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Foto da mezzo-soprano brasileira Sarah Migliori
Daniela Antunes

Sarah Migliori

mezzo-soprano
Território: América Latina - exclusivo
"... A solista Sarah Migliori voltou a brilhar com uma voz excepcional, de tom profundo e harmônico (...) Sarah Migliori foi a figura vocal mais destacada por sua qualidade excepcional e adaptabilidade."
J. S. Bach - Magnificat
Orquestra Sinfônica Nacional do Chile 2026
Jorge Sabaj Véliz - Cine y Literatur

Sarah Migliori é mezzo-soprano, vencedora distrital da Região América do Sul no Metropolitan Opera Eric and Dominique Laffont Competition (2025), premiada com o 1º Prêmio e distinção especial pela interpretação de música brasileira de câmara no Barcelona Festival of Song (2024) e com o 3º Prêmio na categoria Duo de Música de Câmara no VI Concurso Lumen Artis (2024).

Em fevereiro de 2026, estreou no papel de Esmeraldina em O Amor das Três Laranjas, de Prokofiev, no Theatro Municipal de São Paulo. Em maio de 2026, atuou como solista junto à Orquestra Sinfônica Nacional do Chile no Magnificat de Bach, na Gran Sala Sinfónica Nacional, em Santiago, e se apresentou na Sala Principal do Teatro Colón na programação Colón para Chicos.

Em agosto de 2025, estreou no Teatro Colón ao lado da Orquestra Acadêmica do Instituto Superior de Arte do Teatro Colón na Gala Mozart, sob regência de Javier Mas, e no Theatro Municipal de São Paulo como solista de Alexander Nevsky, de Prokofiev. Em julho de 2025, participou do Perform Opera in Italy Summer Program, em Mercatello sul Metauro, onde interpretou Rosina em Il barbiere di Siviglia com a Rossini Festival Orchestra de Pesaro, com coachings de Justina Lee, Amy Burton (Juilliard School) e o barítono Jeff Matsey. Ao longo de 2025, realizou mais de trinta concertos em importantes salas da Argentina e do exterior, incluindo a Sala Principal e o Salón Dorado do Teatro Colón e o Salón de Honor do Palacio Libertad.

Em 2024, estreou como solista no Réquiem de Mozart sob regência de Ricardo Sciamarella no Teatro Avenida. Participou da abertura da série "Mediodías en el Dorado" no Salón Dorado do Teatro Colón como solista convidada e curadora de canções brasileiras de câmara, retornando à série em 2023 para colaborar na curadoria do concerto Caminos del Amor, dedicado à canção de câmara brasileira e francesa. Participou também do concerto de operetas francesas Bon Voyage, sob direção de Lisandro Nesis. No Brasil, estreou no Teatro Guaíra como Cherubino em Le nozze di Figaro. Atuou como solista e integrante do ensemble nas estreias mundiais de Ritos de Passagem, de Flo Menezes, e Artista Ex-Machina, de Esteban Insinger, no Centro de Experimentação do Teatro Colón.

Seu repertório operístico inclui Esmeraldina (O Amor das Três Laranjas), Rosina (Il barbiere di Siviglia), Sesto (La clemenza di Tito), Dorabella (Così fan tutte), Idamante (Idomeneo), Cherubino (Le nozze di Figaro), Romeo (I Capuleti e i Montecchi), Siebel (Faust), Orlovsky (Die Fledermaus), Niklausse (Les contes d'Hoffmann), Mercedes (Carmen), Charlotte (Werther) e Giovanna Seymour (Anna Bolena). No repertório de concerto, destacam-se a Fantasia Coral de Beethoven, o Magnificat de Bach e o Stabat Mater de Pergolesi, além de amplo repertório de canção brasileira de câmara.

Sarah é graduada em Canto Lírico pelo Instituto Superior de Arte do Teatro Colón, onde estudou com Alejandra Malvino e Marcela Esoin, e mestre em Performance com especialização em música de câmara brasileira pelo Instituto de Artes da UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Angelo José Fernandes. É bacharel em Composição e Regência pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Foi bolsista do Mozarteum Brasileiro (2018–2019), bolsista CAPES durante o mestrado e bolsista CNPq em projeto de música eletroacústica durante a graduação.

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