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Foto do diretor de ópera brasileiro/libanês Jorge Takla
João Caldas

Jorge Takla

regisseur
brasileiro, libanês
Território: Brasil - exclusivo
"Imagine uma produção primorosamente elaborada, com cenários suntuosos, figurinos luxuosos, (...) Além da música, é uma encenação visualmente deslumbrante, um espetáculo raramente visto nos palcos brasileiros."

Nelson Kunze, movimento.com
Abril de 2018

Um diretor requintado e habilidoso em lidar com grandes elencos, Jorge Takla é uma das figuras mais ativas tanto no teatro quanto na ópera, sempre envolvido em grandes produções ao lado de atores e músicos de primeira linha no cenário cultural brasileiro. Suas produções são consistentemente marcadas por sua alta qualidade. Formado pela École des Beaux-Arts (Paris) e pelo Conservatoire d'Art Dramatique (Paris), ele iniciou sua carreira profissional ao lado de Robert Wilson em 1974. Takla atuou e dirigiu no LaMama Theater em Nova York de 1974 a 1976.

No Brasil, Takla dirigiu e produziu mais de 100 apresentações de teatro, teatro musical e ópera.

Ele dirigiu as óperas Carmen, O Rapto do Serralho, Rigoletto, La Traviata, Tosca, Don Quichotte, The Rake's Progress, Candide, La Bohème, Madama Butterfly, Il Tabarro, As Bodas de Fígaro, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci, Os Contos de Hoffmann, A Viúva Alegre, Cartas Portuguesas, entre várias outras obras que foram apresentadas no Festival Internacional de Baalbeck no Líbano, Teatro Colón em Buenos Aires, Teatro Municipal de São Paulo, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Solís em Montevidéu, Palácio das Artes em Belo Horizonte e Teatro Amazonas em Manaus.

No teatro e na dança, ele dirigiu My Fair Lady, Evita, Jesus Christ Superstar, O Rei e Eu, West Side Story, Victor/Victoria, Mademoiselle Chanel, Vanya e Sonia e Masha e Spike, Vermelho, Últimas Luas, Medeia, Electra, A Gaivota, O Jardim das Cerejeiras, Cabaret, Petit-Bourgeois, Madame Blavatsky, Memórias da China, Paris, Hulda, Fedra 1980, e dezenas de outras peças.

Takla também desenhou diversos cenários, figurinos, iluminação e traduções.

Ele atuou como Diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004 e também foi proprietário do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992.

É Grande Oficial da Ordem do Ipiranga e detém o título de Cidadão de São Paulo.

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