
Carlos Prazeres
Teatro Colón, Filarmônica de Buenos Aires
Pablo Bardin, Buenos Aires Herald
Carlos Prazeres figura entre os mais requisitados maestros brasileiros da atualidade. É Regente Titular da Orquestra Sinfônica da Bahia desde 2011, foi diretor da Orquestra Sinfônica de Campinas de 2023 a 2026 e exerceu por oito anos consecutivos o cargo de regente assistente na Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro.
Como maestro convidado, tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos na Europa e nas Américas, entre eles a Orchestre National des Pays de la Loire, a Sinfônica de Roma, a Orquestra da Arena de Verona, a Sinfônica Siciliana, a Orquestra Cherubini, a Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda, a Junge Philharmonie Salzburg, a Youth Orchestra of the Americas, a Filarmônica de Buenos Aires do Teatro Colón, a Filarmônica de Montevideo, a Filarmônica de Bogotá, a Filarmônica de Mendoza e a Orquestra do Instituto Politécnico do México. No Brasil, conduziu a OSESP, a Filarmônica de Minas Gerais, a Orquestra Petrobras Sinfônica, a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Filarmônica de Goiás, a Orquestra Amazonas Filarmônica, a Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), a OSUSP, a Sinfônica de Campinas, a Jazz Sinfônica de São Paulo, a Orquestra do Teatro São Pedro (RS) e a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, entre outras.
Seu repertório transita com naturalidade entre o sinfonismo clássico-romântico e a música popular brasileira. Convidado pelo maestro Wagner Tiso, assumiu a regência da série MPB & Jazz e desenvolveu extensa atividade ao lado de artistas como Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, Hamilton de Holanda e Yamandú Costa.
Prazeres tem dividido o palco com solistas de projeção internacional, entre eles Antonio Meneses, Nelson Freire, Hélène Grimaud, Ilya Kaler, Gil Shaham, Maxim Vengerov, Ramón Vargas, Peter Donohoe, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon e Augustin Dumay.
Graduou-se em oboé na UNI-Rio sob orientação de Luis Carlos Justi e estudou regência com Isaac Karabtchevsky. Bolsista da Fundação VITAE, realizou pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim, vinculada à Fundação Karajan, sob orientação de Andreas Wittmann.
