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Foto do tenor lírico leve brasileiro Anibal Mancini
Felipe Felizardo

Anibal Mancini

tenor
Território: América Latina - exclusivo
"E, por fim, ele, o próprio tenor. Afinal, o que é a voz de Anibal Mancini? Rossiniana até a medula, essa voz percorreu maravilhosamente toda a duração da ópera, com assombroso domínio técnico, agilidade impecável e um belo timbre. A cavatina do Conde Almaviva, 'Ecco, ridente in cielo,' e a já mencionada canção, acompanhada ao violão pelo barítono, foram executadas com extrema precisão e expressividade sem igual."
Il Barbiere di Siviglia
Theatro Municipal Rio de Janeiro, 2022
Fabiana Crepaldi, notasmusicais.com

Anibal Mancini é um tenor lírico leggero, reconhecido por sua agilidade nas coloraturas, beleza de timbre, fraseado expressivo e interpretações precisas.

Recentemente, apresentou-se como Nemorino (L'Elisir d'Amore, Donizetti) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Don Ramiro (La Cenerentola, Rossini) no Teatro Comunale de Bologna, Narciso (L'Ape Musicale, Rossini) no Teatro Cívico de Castello em Cagliari, Ferrando (Così fan tutte, Mozart) no Theatro Municipal de São Paulo e Conde Almaviva (O Barbeiro de Sevilha, Rossini) no Teatro Solís de Montevidéu. No Festival Amazonas de Ópera, interpretou Acis (Acis and Galatea, Handel), além de ter atuado como Rodriguez (Don Quichotte, Massenet) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Theatro São Pedro.

Outras apresentações incluem O Messias (Handel) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Palácio das Artes de Belo Horizonte, um concerto de gala dedicado a Rossini, além dos papéis de Antonio (As Bodas no Monastério, Prokofiev), Fenton (Falstaff, Verdi), Uberto (La Donna del Lago, Rossini), Rinuccio (Gianni Schicchi, Puccini) e novamente Conde Almaviva (O Barbeiro de Sevilha, Rossini).

Também interpretou Rapaz (O Menino e a Liberdade, Ronaldo Miranda), deu vida a Hipólito na estreia mundial de Fedra e Hipólito (Christopher Park) no Palácio das Artes e participou da ópera em concerto L’oro non compra amore (Marcos Portugal). Apresentou-se ainda no concerto Noite de Bel Canto com a OSB Ópera e Repertório no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, interpretando árias de Rossini.

Seu repertório inclui ainda Dido e Enéas (Purcell), A Hand of Bridge (Barber), Matinas de Natal (Pe. José Maurício), cantatas de J. S. Bach, Il Tabarro (Tinca, Puccini), Pygmalion (Rameau), entre outros.

Vencedor do 11º Concurso Maria Callas (2011), Anibal foi nomeado Revelação Lírica pelo Blog Ópera e Ballet em 2013.